Como transformar sua loja física em uma loja virtual em 6 passos

Como transformar sua loja física em uma loja virtual em 6 passos

Basta um pouquinho de pesquisa, uma boa estratégia e os parceiros certos para você passar a vender mais, expandir seu negócio e começar a crescer agora mesmo.

Este conteúdo é para você que tem uma loja física e que, até hoje, nunca tinha parado para pensar o quanto é fácil e extremamente lucrativo desbravar o mundo virtual. Seja uma loja tradicional, com décadas de existência, ou uma loja nova, que começou pequena e timidamente comercializando seus produtos, acredite: tem lugar para todo mundo!

Mesmo para aqueles que têm grande habilidade em gerir seus negócios, mas nenhuma familiaridade com as novas tecnologias, não há com o que se preocupar. Cada vez mais, o ambiente digital vem se tornando intuitivo e simples de operar, e para aquelas demandas mais complexas, contar com a ajuda de especialistas pode ser muito mais barato e rentável do que você imagina.

Para ajudar você a entender melhor as oportunidades que aguardam seu negócio por trás de uma tela, seja de computador ou celular, montamos um guia simples, com 6 passos que vão te ajudar a projetar sua loja física para dentro da internet e o horizonte de possibilidades que se abrirá a partir disso. 

Vem com a gente!

1. Marketplace: pegue carona com os grandes

Talvez você nunca tenha ouvido falar na expressão “marketplace”. Eles são sites que você provavelmente já usou para comprar algum produto – Submarino, Americanas.com, Extra.com e MagaLu, entre outros – que funcionam como grandes espaços comerciais que vendem itens de diferentes marcas.

A principal vantagem de iniciar as operações de sua loja física em um marketplace é que esses portais de venda já têm uma estrutura inteira rodando que vai facilitar muito sua vida neste comecinho. Além de terem um público cativo e serem sempre as primeiras opções de busca para quem está pesquisando preço na internet, são uma forma de você ir aos poucos tornando sua marca conhecida dos consumidores.

O primeiro passo é visitar as páginas desses marketplaces na internet e ir desvendando quais comercializam produtos similares ao que você vende na sua loja física e que, por tanto, podem despertar o interesse dos clientes com mesmo perfil de compra.

2. E-commerce: minha loja, minhas regras

Se você gosta de fazer as coisas do seu jeito, quer ter liberdade para criar as próprias estratégias e desenhar processos personalizados para o seu negócio, ter um e-commerce para chamar de seu logo de cara é a melhor forma de estrear na internet.

Um e-commerce nada mais é do que uma loja virtual, um site onde você vai poder expor fotos, vídeos e descrições detalhadas de seus produtos, para que as pessoas possam conhecê-los, se interessar por eles e comprá-los online. De fato, o custo para ter um lugar só seu é um pouco maior do que surfar na onda dos grandes marketplaces, mas vale o investimento se você quer ter total autonomia sobre sua lojinha.

O segundo passo é fazer um paralelo entre os pontos positivos e os negativos de ingressar em um marketplace ou já investir em uma loja virtual própria e colocar na ponta do lápis os gastos iniciais que, mesmo baixos, merecem uma reflexão em relação ao custo vs. benefício.

3. Logística: onde e quando seu cliente quiser

Um ponto importante que você deve levar em consideração ao iniciar sua operação online é que o pulmão da sua loja virtual será a logística de entrega e envio de seus produtos. Atualmente, além dos Correios, há outras empresas privadas de transporte que fazem esse leva e traz.

O que você deve ponderar ao fazer sua escolha é a reputação de cada uma delas, a capacidade de acesso a locais remotos – mesmo que você passe a vender seus produtos apenas dentro do território nacional, há cidades que não são atendidas por algumas empresas de logística – e os padrões de embalagem e manuseio que cada uma requer para garantir a integridade dos itens transportados e o sucesso do envio.

O terceiro passo é pesquisar, de acordo com o tipo de mercadoria que você irá comercializar na sua loja virtual, que tipo de empresa tem o porte necessário para fazer o transporte das encomendas e, principalmente, qual a tabela de preços que cada uma trabalha em relação ao frete, uma vez que esse valor vai impactar diretamente seu potencial de vendas online e sua política de precificação.

4. Redes sociais: para curtir e compartilhar

Você está no Facebook? E no Instagram? Sempre fica naquela ansiedade gostosa quando posta uma foto nova, esperando para ver quem vai curtir, comentar ou, até mesmo, compartilhar? Certamente já teve mais de uma amostra de como as mídias sociais podem ser poderosas e como é muito rápido criar uma rede de amigos, de contatos, de pessoas com interesses parecidos com os seus.

Imagine se você pudesse usar a força que essas redes sociais têm para contar às pessoas que agora você tem uma loja virtual, convidá-las para que conheçam, divulgar seus produtos e, por que não, fazer com que elas precisem dar um único clique para chegar até os itens que mais gostaram para efetivar uma compra. Você não só pode fazer isso, como deve!

O quarto passo é colocar a sua loja virtual nas redes sociais. Criar uma página de Facebook ou Instagram para seu e-commerce é bastante similar ao perfil pessoal que você criou para si quando passou a fazer parte dessas mídias sociais. Se bem trabalhadas, elas tendem a ser suas melhores vendedoras online.

5. Anúncios: pausa para os comerciais

Já aconteceu de você estar olhando seu Facebook e aparecer, mais de uma vez, um post fazendo propaganda de um determinado serviço ou produto que você não conhecia ou de empresas que você nunca seguiu espontaneamente? E quando você vai fazer uma pesquisa no Google e entre os primeiros resultados que surgem na tela aparece a palavra “Anúncio”, em negrito, bem pequenininha, antes do link com o endereço da página?

Isso acontece porque, da mesma forma que você pode comprar um espaço publicitário para divulgar sua loja física em um canal de TV local, um outdoor ou mesmo uma página no jornal da sua cidade, o mundo digital permite que você “compre” esses espaços publicitários também na internet. A diferença é que, se antes você precisava conhecer o público da TV, do outdoor e do jornal para descobrir se era o mesmo que o da sua loja virtual, agora você mesmo pode fazer o filtro de qual perfil de público quer atingir nas mídias digitais.

O quinto passo é pensar em qual o perfil de público que sua loja física tem e qual o potencial que este público tem de realizar compras na sua loja virtual. Na maioria das vezes, esses públicos não serão os mesmos. Mas começar a refletir sobre eles é um exercício que irá te ajudar a ir traçando perfis.

6. Parceiros: toca aqui!

Como em toda primeira vez, ouvir a voz da experiência é sempre o melhor caminho para tirar o máximo de proveito de uma situação, sem cair nas armadilhas que estão pelo caminho. Conversar com outras pessoas que se aventuraram pelo mundo digital, que já têm uma loja virtual e conhecer um pouco da história de cada uma delas vai te ajudar a colocar os planos em perspectiva.

Mais do que isso: contar com especialistas em marketplaces, e-commerces e marketing digital – como é o caso da Agência Advice – pode ser o grande diferencial entre investir pouco e com inteligência, para alcançar lucro e resultado mais rápido, acelerando o processo de crescimento do seu negócio.

O sexto passo é se cercar de profissionais com experiência no mercado digital, que sejam assertivos em suas considerações e eficientes em seus direcionamentos. Afinal de contas, explorar as oportunidades do mundo virtual sozinho pode ser uma aventura e tanto, mas, verdade seja dita, se você puder pegar bons atalhos e economizar uma grana no caminho a viagem vai ser ainda mais prazerosa.

Conte com a Agência Advice para ajudar você a conquistar o mercado digital e descubra tudo o que nosso time de especialistas pode fazer por você!

 

Autor: Gerência Advice

Data da Publicação: 06/02/2020

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